31 March 2011

QUAIS CORES DE ALIMENTOS VOCÊ DEVE COMER MAIS...

Por Brierley Wright, EatingWell Nutrition Editor
EatingWell Magazine

Memorize as sete cores do arco-íris – VLAVAIV – vermelho, laranja, amarelo, verde, azul, índigo e violeta. Essas são as cores dos alimentos que você deve ingerir diariamente.

A natureza por si só destaca os nutrientes benéficos tanto de frutas como vegetais, dando a eles cores vibrantes. Comer através da cor do alimento é uma maneira muito fácil de suprir o nosso organismo com alimentos considerados “superfoods”.

Cada cor representa um fito químico – compostos que beneficiam a nossa saúde de várias maneiras – e a razão pela qual você deve ingerir uma grande variedade de vegetais das mais variadas cores. Por exemplo, antocianinas e pro-antocianinas – dois dos antioxidantes associados ao fato de manter a saúde do seu coração, e manter o seu cérebro funcionando de maneira excelente – sáo frequentemente encontrados em alimentos como blueberries, berinjelas e cranberries das cores azul, roxo e rubro.

As diretrizes alimentares da USDA 2010, entretanto, sugere a ingestão também de alimentos de 3 cores em particular: verde escuro, vermelho e laranja.

Aqui está a quantidade que você deve ingerir destes alimentos toda semana:

VEGETAIS VERMELHOR E LARANJAS: 5 copos e meio a 6 copos por semana para adultos.
Quanto é um copo? 1 pimentão vermelho grande, 8 morangos grandes, 12 baby carrots ou 2 cenouras médias, 1 batata doce ou 1 grapefruit rosa médio.
Por que estes alimentos são importantes? Alimentos vermelhos como tomates e pimentões contém licopeno, um fitoquímico que protege o organismo contra cânceres de próstata e mama. Alfa e beta carotenos conferem a coloração de cenouras e batatas doces. O nosso corpo, por sua vez, reverte estes complexos em forma de vitamina A activa, o que ajuda os seus olhos, ossos e sistema imunológico a se manter saudável. Estes fitoquímicos também operam como antioxidantes, se livrando dos radicais livres que podem promover doenças.

VEGETAIS VERDE-ESCUROS: 1 a 2 copos por semana para adultos.
Quanto é um copo? 1 copo de alimentos verdes cozidos, 2 copos de alimentos verdes crus, ou 10 ramalhetes de broccolis.
Por que estes alimentos são importantes? Os alimentos verdes escuros (espinafre,acelga e rúcula) são ótimas fontes de luteína e zeaxantina, fitoquímicos que se acumulam nos olhos e ajudam a prevenir a degeneração macular, grande causa de cegueira em pessoas na 3ª idade. Eles também são ricos em beta caroteno. Vegetais como brócollis e couve, são ótimas fontes de compostos chamados de indóis e isotiocianatos, que previnem câncer aumentando a produção de enzimas que limpam o organismo das toxinas do corpo.

E aí, quantas cores você comeu hoje?


Por Brierley Wright, EatingWell Nutrition Editor (EatingWell Magazine)
http://shine.yahoo.com/channel/health/the-3-colors-you-should-be-eating-more-of-2463885/

23 March 2011

ACIDENTE NO TRÂNSITO - O QUÊ FAZER?

É um pé no saco, eu sei, mas tem que ser feito. O problema é que, na maioria das vezes, não sabemos exatamente o que fazer na hora da batida. Segue então, dicas do mínimo a ser feito em alguns casos. 

(1) Em primeiro lugar, CALMA. Sem calma a cabeça não funciona e você pode pecar por deixar de pegar informações preciosas como a placa do automóvel que bateu em você, verificar se quem dirigia o veículo é um motorista habilitado, telefones e nomes para eventual contato posterior, e por aí vai. Então, calma antes de mais nada;

(2) Verificar se alguém se feriu. Caso positivo, chamar as partes competentes: 
(A) LIGUE 193 para o Resgate do Corpo de Bombeiros
(B) LIGUE 192 para o SAMU - Serviço de Atendimento Móvel de Urgência
(C) LIGUE 190 para a Polícia Militar (acidente com ou sem vítimas)

(3) Verificar estragos e culpados. O culpado pelo acidente deve ter seguro contra terceiros. Dependendo do estrago fica a critério dos motoristas envolvidos registrar ou não um BO (Boletim de Ocorrência).

É importante salientar que, em casos com pequenas avarias, a maioria das seguradoras não exige o BO, mas serve como prova caso a vítima quiser prosseguir e reclamar o conserto do seu carro. Por esta razão, se possível, todos devem comparecer à delegacia na hora de fazer o BO para que não haja imparcialidade na versão dos envolvidos.

Obs: Fotos dos automóveis envolvidos, do local e a declaração de testemunhas ajudam.

(4) Retirar os veículos da pista em acidentes sem vítima. De acordo com o Código Brasileiro de Trânsito, artigo 178, quem deixar carro acidentado na pista está comentendo um infração e poderá ser multado. Obs: o BO conterá a vistoria que a companhia de seguro faz no carro após a batida.

BO`s podem ser registrados em Postos do Comando de Policiamento de Trânsito (CPTran). Para saber qual o posto mais perto, ligue para 190.

Não há prazo determinado para realizar um BO, basta apresentar os dados do local do acidente e dos veículos envolvidos, além da carteira de habilitação e do certificado de registro e licenciamento do carro. Mas lembre-se: acidentes de trânsito não podem ser registrados pela internet. Demais acesse:  www.ssp.sp.gov.br/bo

SEGURO E FRANQUIA

A franquia é sempre paga pelo dono do veículo e não pela seguradora. Por esta razão, é interessante que as pessoas envolvidas tentem um acordo prévio.

Exija uma nota fiscal do reparo e um recibo do pagamento da franquia. Estes documentos lhe servirão como provas no caso de uma eventual ação.

É importante salientar que, acidentes de colisão traseira SEGUNDO A LEI, QUEM BATE ATRÁS É SEMPRE CONSIDERADO O CULPADO.

18 March 2011

ÓLEO DE FÍGADO DE BACALHAU

Suplementos para o Sistema Imunológico de Crianças www.healthychild.com/immune-system-support/immune-system-supplements-for-children
FONTE: FLU: Alternative Treatments and Prevention, por Dr. Randall Neustaedter - North Atlantic Books, 2005


Crianças podem tomar alguns suplementos para manter um sistema imunológico forte e vital, durante os meses de outono e inverno, quando as gripes e resfriados são mais frequentes.
Uma dose apropriada para ministrar seria:
(1) Suplemento de gordura ômega-3 na forma de cápsulas de óleo de peixe; (2) DHA (ácido docosahexaenoico) de algas (Neuromins); (3) Óleo de fígado de bacalhau.

Qualquer um destes acima têm o poder de estabelecer uma membrana celular saudável e prevenir inflamações, bem como prover resistência à toxinas e ataques patogênicos. 200 mg de DHA, uma colher de chá de óleo de fígado de bacalhau para cada 23 kg (50 pounds) de peso é uma dose apropriada.


A vitamina E servirá para assegurar que os ácidos graxos sejam mantidos dentro do seu padrão ideal, uma vez que sejam absorvidos pela célula. A vitamina E tem efeitos anti-infalamatórios e aumenta a resistência da criança para infecções. É recomendado o uso de Vitamina E natural (d-alpha-tocopherol) e não a sua forma sintética (dl-alpha-tocopherol). Uma mistura da forma como a vitamina E é apresentada é melhor porque ela provê tanto a forma gama como a alpha. Dosagem apropriada seria 100 mg para crianças com menos de 2 anos de idade, e 200 mg para crianças dentre 2 e 12 anos de idade.


A vitamina A é necessária para o bom funcionamento da membrana mucosa.. Ela é essencial para o crescimento e reparo de tecidos córporeos, bem como digestão de proteínas. A vitamina A é ótima para a saúde da visão, e garante ossos e dentes fortes, é vital para o nosso sistema imunológico. As células brancas, os T-lymphocytes, e todas as mucosas que funcionam como barreiras no trato respiratório, digestivo e urinário requerem vitamina A.


Uma dieta que contenha quantidade suficiente de gordura auxiliará na ingestão das quantidades necessárias de vitamina A. Produtos lácteos, manteiga e ovos ajudam a manter os níveis ótimos deste nutriente tão importante. Alimentos orgânicos são uma ótima fonte. Para aqueles que não estejam ingerindo doses suficiente de vitamina A, um suplemento é importante.


A recomendação diária de vitamina A são de 1.000 (crianças à partir de 1 ano de idade) a 2.000 (aos 9 anos de idade) UI dependendo da idade. Dietas primitivas mantém 10 vezes esta quantidade. Um ovo contém 300 UI, um copo de leite integral ou iogurte integral contém aproximadamente 225-250 UI de vitamina A. Uma colher de manteira contém 350 UI de vitamina A. A quantidade de vitamina A varia em razão a estação do ano e de como os animais são alimentados.


Muitas crianças se beneficiariam de suplementos de vitamina A que advém do óleo de peixe. Uma colher de sopa de óleo de fígado de bacalhau contém 3 mil UI de vitamina A. A dosagem apropriada seria uma colher de chá para cada 23 kg de peso corporal. Muitos estudos mostram o quanto a vitamina A é importante quando dada à crianças em processos virais, pois promove uma rápida recuperação, bem como previne quaisquer complicações. Crianças podem ingerir de 1.000 a 5.000 UI de vitamina A derivada do óleo de peixe todos os dias, sem problemas.


O zinco estimula o funcionamento imunológico, previne infecções e age como co-fator em várias reações enzimáticas, inclusive na criação de antioxidantes. Dosagem normal seria de 10 a 20 mg por dia. Se a suplementação de zinco for feita por um período prolongado de tempo, deve ser administrado em conjunto com cobre em doses de 10 por 1 para a prevenção de deficiência do mesmo.



A vitamina C tem efeitos anti-inflamatórios, atividade antioxidante e qualidades antibióticas. Um dose diária de vitamina C durante os meses de inverno, auxilia o sistema imunológico num programa de prevenção. A dose apropriada seria 500 mg para crianças com menos de 3 anos de idade e 1000 mg para crianças com mais de 3 anos.


A maneira mais fácil de dar suplementos à crianças é através de misturas em pó, podendo misturá-las à frutas, sucos, iogurte ou leite, mel. As cápsulas em pó podem ser abertas e o pó misturado à frutas, por exemplo, no liquidificador.

Dosagens para crianças de 1 a 2 anos de idade:
(1) Óleo de fígado de bacalhau - 1 colher de chá para cada 23 kg de peso corporal (100 mg); (2) Zinco - 10 mg; (3) Cobre - 1 mg; (4) Vitamina E (d-alpha-tocopherol ou mix tocopherols) - 100 UI; (5) Vitamina C - 500 mg.

Dosagens para crianças de 3 a 12 anos de idade:
(1) Óleo de fígado de bacalhau - 1 colher de chá para cada 23 kg de peso corporal (250 mg); (2) Zinco - 20 mg; (3) Cobre - 2 mg; (4) Vitamina E (d-alpha-tocopherol ou mix tocopherols) - 200 UI; (4) Vitamina C - 1.000 mg.

Obs: Um ou dois comprimidos por dia é a dose mais do que suficiente do óleo para o ser humano. Para maiores informações sobre o bacalhau visite: www.bacalhau.com.br/peixe.htm  


O site Healthy Child recomenda a VITACOST (http://www.vitacost.com/) como a melhor loja on line para a compra de suplementos nutricionais para crianças. Eles tem a maioria das marcas que você encontraria numa loja de artigos de saúde. - Jane Sheppard, Healthy Child (http://www.healthychild.com/)


No Brasil, a marca Naturallis é a mais bem quista de profissionais da saúde. A emulsão de scoth, de fabricação pela Glaxo Smith Kline (http://www.gsk.com.br/) hoje oferece o fortificante com sabores como laranja, morango. Ainda não tive a oportunidade de comprar (estou em contato com a empresa diretamente - Maio 2010) e sei que, apesar do disfarce (que melhorou e muito o sabor) o fortificante - ainda - é um "osso duro de roer" mas a saúde agradece.

Não se pode negar que os benefícios do bendito óleo para a saúde são inúmeros, assim como a linhaça, da qual sou grande difusora. É importante lembrar que as únicas fontes de vitamina D são o sol (15-20 minutos diários são suficientes) ou alimentos que contenham a vitamina D, e esses são pouquíssimos. É por isso que no inverno as pessoas adoecem com mais facilidade, mas o consumo do óleo supre esta deficiência.

LEMBRE-SE: Nada melhor do que consultar o seu médico antes de começar a tomar qualquer tipo de vitamina ou suplemento, mesmo que este possa ser comprado sem a receita médica.

24 February 2011

LUGAR DE LIXO... É NO LIXO!!!!

Não jogue lixo na rua
Por Beto Tupinambá

Parece óbvio, mas infelizmente não é bem assim. Jogar lixo na rua ainda é um costume do brasileiro. A falta de consciência de um ato sujo como esse atinge a todas as camadas e faixas etárias da população. Restos do lanchinho rápido, maços de cigarro e outras embalagens, folhas de papel e até latas de refrigerantes voam de ônibus lotados e carros importados dia e noite pela cidade.

Não há campanha de conscientização capaz de mudar esta ignorância rotineira. Há, inclusive, leis que preveem multa aos infratores. Os problemas começam no texto das próprias leis, que punem os infratores apenas pelo mal que estes causam a outras pessoas – como sujá-las ou levá-las a tropeçar, por exemplo. O meio-ambiente, a saúde pública e as frequentes enchentes — quando não causadas, são pelo menos bastante agravadas pela prática irresponsável — não são levados em consideração.

Sem falar no trabalho extra que tem o pessoal da limpeza urbana, que poderia estar recolhendo mais lixo das residências e empresas, em vez de ter que perder tempo com o rastro sujo de pessoas egoístas, irresponsáveis, inconsequentes e preguiçosas, já que não custa nada guardar o lixo até encontrar um recipiente adequado para depositá-lo.

Ninguém joga lixo no chão da sala de casa ou do escritório, mas é comum encontrar restos da presença de pessoas nas ruas, calçadas, praias, rios, florestas e parques. Ao passar por locais imundos e fedorentos, ninguém gosta. Mesmo assim, poucos são os que pensam nas consequências de suas próprias atrocidades ao jogar os detritos de seu consumo diário na sua cidade.

Ao povo falta educação, consciência, responsabilidade social e ambiental. Significa dizer que o cidadão de hoje não está nem aí para a vida que levarão seus próprios filhos, netos, bisnetos… a lei que vigora é a do menor esforço, a da praticidade e do conforto. Pra que guardar esta embalagem, esta lata aqui no meu carro, aqui no ônibus ou aqui na minha mão. Detona logo isso aí no chão mesmo! Este post, no entanto, não é pra estas pessoas. É pra você, garota ou garoto, senhor ou senhora, que tem consciência do mundo que estamos construindo para os que você mais ama nesta vida ao nos negarmos a pensar e a agir. Aja localmente. Fale com o poder público no seu bairro, na sua cidade, no seu estado. Conscientize sua familia, seus amigos e colegas de trabalho, de escola ou de faculdade. Ensine-os a cuidar do nosso planeta para o bem das gerações futuras.

Pergunte ao patriarca de sua familia como era o seu bairro, a sua cidade, quando ele era criança. Pergunte se ele tomava banho de rio (sim, isso era muito comum), se a praça do bairro era um ponto de encontro, se as praias eram sujas como hoje são, se era comum jogar latas de refrigerantes dos veículos. Você vai se surpreender ao descobrir como tudo mudou. E pra muito pior! Verdade que a população aumentou vertiginosamente, que a qualidade da educação pública caiu assustadoramente e que hoje produzimos muito mais lixo. O inaceitável é que o morador não trate a sua cidade com o mesmo carinho com que trata a sua casa. Afinal, a minha cidade é a minha casa! Então zele pelo seu quarteirão, pelo seu bairro e pela sua cidade. O futuro do planeta também depende de você!

'''''''' && '''''''''

Quando você escolhe morar em um dos bairros mais alternativos que existe na Grande São Paulo, pela sua diversidade em inúmeros aspectos, mas principalmente pela natureza e o que ela proporciona, é extremamente chocante você presenciar vizinhos seus que fazem exatamente o contrário. São pessoas que, pasme! escrevem em veículos de comunicação da região - e de grande circulação - justamente sobre o assunto lixo, limpeza e respeito para com o meio ambiente, mas em sua própria casa faz o contrário.
É uma situação triste, lamentável.

CATAR O LIXO QUE VOCÊ MESMO DERRUBA NA SUA CALÇADA NÃO É MENOSPREZO E SIM, RESPEITO EM PRIMEIRO LUGAR.

Acidentes acontecem, mas um lixo que fica na calçada da sua casa
por mais de um mês...

DESÇA DO CARRO E CATE O SEU LIXO!!! SEJA UM EXEMPLO P/ OS SEUS FILHOS!!!

22 February 2011

CARAPICUÍBA – GRANJA VIANA PEDE SOCORRO!!! -

Serviço da ELETROPAULO na região de Carapicuíba
é simplesmente vergonhoso!

Sou moradora da Granja Vianna, Carapicuíba - São Paulo a pouco mais de 8 anos. Ao longo destes anos o clima da região mudou bastante, e a quantidade de chuvas aumentou demasiadamente. O que era até então um incômodo, transformou-se numa lamentável sucessão de falta de respeito com moradores da região da Granja Vianna e adjacências. No meu caso, uma “cliente” em dia com as suas contas, tanto com a Eletropaulo quanto com a Prefeitura do Município de Carapicuíba.

No último dia 23 de Janeiro do corrente acabou a luz em nossa casa. Verificamos que éramos a única casa da nossa rua afetada pelo problema. Como se tratava de um Domingo, deveríamos esperar até um eletricista conhecido da família vir e verificar se era um problema nosso ou da Eletropaulo. Foi constatado se tratar de um problema fora da nossa casa.

Na manhã do dia 24 de Janeiro, pudemos verificar que uma árvore do terreno da frente à nossa casa havia caído sobre os fios elétricos, e que muito provavelmente era esta a razão da nossa falta de luz. Simples? Longe disso.  
Você sabia que solicitar a poda ou o corte de árvores que tombam em cima da rede elétrica é algo a ser feito diretamente e pessoalmente na Prefeitura de Carapicuíba? Pois é, não sabíamos também, mas tivemos que aprender rapidinho. Para a nossa sorte, a Prefeitura de Carapicuíba prontamente enviou um de seus caminhões e mais uma meia dúzia de funcionários que rapidamente resolveram o problema. Muito obrigada a Secretaria que coordena este tipo de serviço na região.

Enquanto isso, junto à Eletropaulo, não conseguíamos nos fazer entender. Uma casa, sem luz há mais de 24h, comida na geladeira estragando, e por aí vai. E todas as vezes em que entrávamos em contato com a Eletropaulo, era mais um protocolo aberto para o serviço que solicitávamos e que, até então, não era atendido.

Sabe quantos protocolos foram abertos? Mais de 25!!!

O que mais revolta é que, segundo a Sra. Augusta, funcionária da Eletropaulo e que nos atendeu sob o protocolo 4765 110124 (mais um de muitos protocolos aberto no dia 25 de Janeiro) o meu pedido já havia sido atendido. Fui informada que um caminhão da Eletropaulo foi até o local e o problema foi sanado. Que caminhão? Que local? Aqui ninguém veio. NENHUM CAMINHÃO DA ELETROPAULO ESTEVE NO LOCAL PARA VERIFICAR O PROBLEMA E SANAR O PROBLEMA. Já tínhamos ultrapassado a “barreira” de 48 horas sem luz.

Obs: No dia 25 de Janeiro, às 10h58 o caminhão prefixo 187 placa EDA 6191 esteve em nosso condomínio mas não para um reparo na minha rua. Eles foram parar numa outra rua, e a pedido do porteiro para irem até a minha para verificar e sanar o problema para o qual foram enviados, disseram que não poderiam ir pois não estava no pedido que eles tinham em planilha.

Um outro caminhão da Eletropaulo estava na minha rua no mesmo dia, para "trocar lâmpadas". O meu marido foi até o funcionário da Eletropaulo, e pediu se o mesmo poderia ir ver o problema na fiação na frente da minha casa, que poderia estar ocasionando o problema da falta de luz que estávamos tendo. O mesmo funcionário, MUITO MAL EDUCADO por sinal, disse que "não poderia atender mais do que 2 pedidos por rua". Ao que parece, aquele era o 2o serviço, super importante diga-se de passagem, que ele tinha em sua planilha. Ele entrou no caminhão e foi embora. É um bando de vagabundo, mal educado ou não, hein?

Reclamações junto à Ouvidoria da Eletropaulo não surtem o mínimo efeito. Recebemos cartas de explicação, mas estranhamente elas parecem ser escritas por funcionários que nada sabem sobre construção de textos, sem pé nem cabeça, aquele tipo de carta que você lê, e quando chega ao final da mesma, não sabe o que exatamente eles quiseram passar. Se pudesse, amassaria e jogaria fora.

Eu não preciso tecer mais um parágrafo a respeito do que foi perdido em nossa geladeira. Para sermos ressarcidos é mais um calvário que, sinceramente, não tenho mais ânimo para seguir.

Se temos FOGO saindo dos fios da rede elétrica em decorrência de GALHOS e ÁRVORES caídas sobre os fios da ELETROPAULO, à quem devemos chamar? CORPO DE BOMBEIROS? PREFEITURA DE CARAPICUÍBA? ELETROPAULO? Só rindo para não chorar...

E quem vai trabalhar para mim enquanto eu perco um dia de trabalho
tendo de me aventurar na cidade de Carapicuíba?

Resumindo: Ficamos das 17:00h do dia 23 de Janeiro até às 3:30h da manhã do dia 26 de Janeiro sem luz alguma em casa. SÃO 03 DIAS SEM ENERGIA EM CASA. Todos os alimentos acondicionados em nossa geladeira e freezer foram dali para o saco de lixo. Tivemos nada mais nadam menos que 7 lâmpadas queimadas com este problema todo. O estrago só não foi maior porque como somos mais do que prevenidos, tiramos todos os aparelhos das tomadas.  

21 February 2011

NÃO COMPRE NAS CASAS BAHIA

Reclamar de algo (é claro, quando se tem razão) é algo que o Brasileiro ainda está aprendendo como fazer. Digo isso porque venho de uma família de estrangeiros, e se tem algo que aprendemos desde cedo é a reclamar quando nos sentimos prejudicados. Se é um direito nosso, porque calar a boca? Dá trabalho? Sim, claro que sim, e muito! Mas só assim é que tentamos melhorar o serviço, produtos, etc.

Eu gostaria de frisar que estou escrevendo sobre a genuína motivação que todos deveríamos ter de lutar pelo que é, até então, algo de nosso direito. Aqui não há lugar para erros, correto? Vc deve ter um tempo reservado para apurar os fatos, gastar o seu telephone, paciência e palavreado com atendentes, gerentes, quaisquer funcionários dessa ou daquela instituição que possam, por ventura, o estar auxiliando na sua reclamação.

Resolver a questão? Aí são outros quinhentos. Mas voltando ao assunto RE-CLA-MA-ÇÃO.

É um pé no saco. Porquê? Um dia de trabalho meu é de aproximadamente 8 a 10 horas por dia. Eu gasto aproximadamente 1h e meia no caminho de casa para o trabalho, e na volta, fácil fácil 2 horas de perrengue. Deveria ter uma hora de almoço. Eu tenho que cuidar da minha prole quando chego em casa, arrumar a mala da escola, ler os recados da professora, dar banho, conversar, brincar, dar comida, eu mesma comer, tomar banho, arrumar a roupa do dia seguinte, etc. Lembrando: sou casada, então, tenho que encaixar aí o tempo para o marido. O que sobra? Bom, dá para imaginar.

Logo após o Natal, passei numa loja das Casas Bahia na Zona Oeste de São Paulo, e comprei uma máquina de secar roupas. O preço era o que procurava, e, apesar de o modelo 220v ter poucas unidades, entendi que o produto poderia levar de 3 a 10 dias para ser entregue. Não houve problemas quanto à isso.

No dia 15/01 resolvi ligar para saber o que acontecia, já que o produto não foi entregue e ninguém me telefonou a respeito. Por incrível que pareça, o telefone indicado na nota de compra (11) 3814-2826, toca, toca, toca e ninguém atende. Passei 4 horas de um sábado tentando resolver o problema por telefone.

Quando foi 22h do mesmo dia, recebi um telefonema da Sra. Elizabete, a pessoa que me fez a venda na loja, me garantindo que eu receberia o produto em até 5 dias. Perguntei se no 5o dia não recebesse o produto, se alguém me ligaria, e ela prontamente me informou que iria ligar antes do 5o dia, caso houvesse algum problema.

Os 5 dias se passaram, e eu não recebi nem o produto e nem um telefonema das Casas Bahia me dando satisfação ou me informando o problema. Mais do que prontamente, porque já estava sendo cobrada pelo cartão de crédito a pagar a primeira parcela do produto, liguei para o cartão para cancelar a compra. O que consegui porque ninguém na loja me atendeu, apesar dos inúmeros telefonemas tanto para a Sra. Elizabete quanto para o gerente Sr. Marcílio, e é claro, sem sucesso.

Consegui cancelar a compra, e o valor foi ressarcido pelo meu cartão de crédito. Mas a melhor parte (para não dizer pior e chorar) e para a minha grande surpresa, o produto foi entregue, na minha casa no dia 03 de Fevereiro de 2011. Entrei em contato com o cartão de crédito e fui orientada a não receber o produto. Quando liguei para casa para orientar a minha empregada para não receber o produto, não mais do que 5 minutos depois, fiquei sabendo que os "entregadores" haviam indo emboran pois estavam com "pressa".

Eu só queria deixar registrado aqui o fato de que as Casas Bahia, cujos preços não são em nada tão especiais assim (Note: encontrei o mesmo produto por um preço bem mais barato na loja  PONTO FRIO, e que por sinal já foi entregue em apenas 3 dias após a compra) tem o pior atendimento a clientes que eu já vi.

Pelo que entendi é, quanto mais simples você é, com mais descaso e falta de respeito você será tratado. As Casas Bahia não oferece nada que outras lojas não possam bater, ou seja, preço. E a gente sabe muito bem que um bom preço aliado ao tratamento respeitoso à clientes é o que faz a diferença, ou seja, uma venda/compra de sucesso.

ACORDA BRASIL!!!!

24 November 2010

VAMOS SAIR DAS FRALDAS?

Para uns, este é um processo mais longo, para outros é algo que acontece da noite para o dia. Pode ser uma época de mais (ou menos) despesas também, tudo depende de como a sua filha irá reagir. O importante é ter em mente que ela (ele) mais cedo ou mais tarde sairá das fraldas. Então, não esquenta, relaxe e aproveite mais esta etapa da vida da sua filha!


Como treinar seus filhos para usar a privada

Normalmente, a transição da fralda para a privada se dá por volta dos 2 anos e meio de idade. Mesmo assim, algumas crianças não estão prontas para “largar”as fraldas nesta idade. Antes de começar a treinar a sua filha a usar a privada, é importante avaliar se ela está realmente pronta para tal. Alguns sinais que a sua filha poderá demonstrar que é hora de sair das fraldas é:

  1. Interesse pela privadinha (aquelas pequenas compradas em lojas especializadas);
  2. Ficar com a fralda seca por 2 ou mais horas a cada troca de fralda;
  3. Mostrar desconforto quando a fralda estiver molhada ou suja;
  4. Demonstrar habilidade em dizer quando a fralda está molhada (xixi) ou suja (cocô).
É importante manter em mente que ninguém melhor do que você, que passa boa parte do tempo com a sua filha, para dizer se é uma boa hora para iniciar este treinamento. Obs: se você planeja mudar de casa, se a chegada de uma irmãozinha está a espreita, ou se ela está passando por dificuldades na escolinha ou creche, talvez esta não seja a hora certa para este treinamento. Espere passar estes momentos dificultosos e tente novamente mais tarde.

Passo 01
Sempre leve a sua filha(o) com você ao banheiro quando for usar a privada. Desta maneira se sentirá confortável no ambiente do banheiro. No meu caso, minha filha diz tchau tchau para o xixi/cocô antes de aperta a descarga. Se a sua filha demonstrar medo, espere pela sua saída antes de apertar a descarga. Não dê broncas, não fique nervosa em relação ao uso do banheiro.

Passo 02
Arrume uma privadinha ou assento especial para a sua filha(o) usar no banheiro. Deixe ela sentar-se, familiarizar-se, mesmo que seja com a roupa no corpo - se assim ela preferir. Mostre para ela como funciona e para o que serve a privadinha. Mostre como se esvazia a privadinha dentro da privada do banheiro, aperte a descarga e lave as suas mãos. O exemplo é o melhor professor.

Passo 03
Sempre que possível coloque o seu filho na privadinha. Elogie toda vez em que ele sentar, mesmo que não faça xixi/cocô. E repita todos os passos do passo 02.

Passo 04
Fique atento às dicas que a sua filha(o) pode demonstrar ao precisar usar o banheiro. Às vezes é apenas o jeito de olhar, eles se escondem num canto da sala ou começam a ficar irrequietos (muitas vezes chatos), pegue rapidamente a privadinha ou leve-a ao banheiro. Elogie toda vez em que ela usá-la. Use adesivos para colar na parede do banheiro toda vez em que ela acertar.

Passo 05
Ensine a sua filha(o) sobre higiene. Ensine-a a se limpar SEMPRE DA FRENTE PARA TRÁS visando evitar  infecções. Ensine-a a apertar a descarga e a lavar as mãos toda vez em que usar o banheiro.

Passo 06
Pare de usar as fraldas. Uma vez que a sua filha(o) já esteja pedindo consistentemente para usar a privadinha, compre calcinhas/cuequinhas coloridas/alegres e não use fraldas, pelo menos durante o dia. Esteja preparado para acidentes – sempre tenha uma troca de roupas à mão.

A sua filha(o) pode demonstrar certa dificuldade em distinguir o que ela fazia na fralda e o que é esperado dela ao usar a privadinha. Lembre-se de NUNCA BATER em sua filha(o) caso ela(e) tenha um acidente. Nesta fase a uretra não está totalmente desenvolvida como a de um adulto. O treinamento já é um pouco traumático sem a adição de um tapa no bumbum por qualquer acidente que possa ocorrer. Seja amoroso, compreensivo e paciente com a sua filha. Não é necessário dar prêmios como balas/chocolates ou presentes para encorajar o uso da privadinha. Crianças, normalmente são ansiosas para nos agradar, então, um abraço ou um incentivo é mais do que suficiente.



27 May 2010

ÔMEGA 3 - BENEFÍCIOS DESTA LONGA CADEIA DE ÁCIDOS GORDOS

Benefícios do Ômega 3 na alimentação
Fonte: http://sermulher.mundopt.com/nutricao/beneficios_omega_3_na_alimentacao.html Adaptação: Ana Paula  Saraiva


A ingestão de altas doses de ômega 3 (ácido gordo) é indicada para reduzir depressão, melhorar o sistema cardiovascular e prevenir as coronariopatias. Além disso, estudos sugerem que o ácido promove longevidade.
Para as grávidas, os benefícios para a criança gestada são vistos bem mais tarde, quando o quociente de inteligência da criança começa a mostrar as suas "asinhas". No mercado podemos verificar a crescente oferta de produtos que contém em sua formulação o ômega 3. Porém, é importante ressaltar que nem todos os ômega 3 são iguais. Como saber qual ômega 3 é o "bom"?


Identificação


O "bom" omega 3 é o que apresenta uma cadeia longa (ácidos gordos de cadeia longa). Quais são os alimentos que carregam esta cadeia longa e gorda? Os peixes de águas profundas como o salmão, o atum, o bacalhau, a albacora e o cação.
Os omega 3 "menos adequados" ou seja, aquele com poucos benefícios para a nossa saúde, são os ácidos gordos mas de cadeia curta - aqueles de conformação química menor, comunmente encontrados em óleos extraídos da soja, do girassol, do milho. Este minúsculo omega 3 também está presente em alguns vegetais "verdes" como o bróccollis, a rúcula, a couve e o espinafre.


Como este omega 3 (o ruim, de cadeia curta) é muito mais barato do que aquele proveniente dos peixes de águas profundas, os fabricantes usam-no como chamariz, mas não esclarecem que o ácido vendido é realment o pequeno, o de cadeia curta, de dúbias qualidades nutricionais.


Outro ponto importante é aquele levantado pelos estudiosos dos ácidos gordos. Os produtos alimentícios que contém omega 3 de cadeia curta (óleos de soja, milho girassol, azeite), também contêm uma quantidade considerável do ácido gordo chamado de omega 6.
O omega 6 também é encontrado em óleos comestíveis, muito usado na alimentação quando da troca da manteiga, gordura animal e gordura de côco, todos considerados pouco saudáveis. O problema é que os óleos que usamos todos os dias, possuem na sua composição tanto o omega 3, como omega 6, em proporção variável.


Como estes dois ácidos gordos competem entre si no metabolismo interno do nosso corpo, pelos mesmos locais que supostamente exerceriam efeitos benéficos, isso acarreta na anulação dos efeitos benéficos do ômega 3 no nosso organismo.


No mercado de suplementos nutricionais e na internet existe uma enorme oferta de cápsulas de omega 3, porém, sem a especificação necessária, se é de cadeia longa ou curta. E neste caso, o consumidor nunca saberá se está comprando o ácido gordo bom ou o ruim, pois os rótulos não especificam o tipo vendido.


Para contornar esta situação a indústria farmacêutica lançou cápsulas de 500mg de puro omega 3 de cadeia longa, sem presença de omega 6. Este produto, que é vendido somente com a apresentação de receita médica nas farmácias americanas, é, sem dúvida, o melhor que se pode utilizar, pois leva o selo de garantia da indústria que o manufactura.


A revista Nature publicou um artigo científico, no qual indica o porque que o omega 3 de cadeia longa é tão benéfico para a nossa saúde. O nosso organismo, ao receber o omega 3 através de absorção intestinal, converte este ácido gordo num produto químico chamado RESOLVIN D2.


O resolvin D2 reduz inflamações que estejam associadas com os processos arterioscleróticos, a inflamação das artrites e inflamações articulares, melhorando a expectativa de vida (e com melhor qualidade). Obs: Não há nesta transformação alterações do sistema imunitário.


Este trabalho veio confirmar que o omega 3 de cadeia longa, é extremamente benéfico à saúde e altamente recomendado como suplemento nutricional diário.


Resumindo, os benefícios do ômega 3 incluem:


Actividade antiinflamatória;
Actividade anti-trombos (entupimento dos vasos sanguíneos);
Redução dos níveis de colesterol e triglicerídeos e
Redução da tensão arterial.


Os benefícios do omega 3 estendem-se para a redução do risco de desenvolver diversas doenças, dentre elas:


Diabetes;
Acidente vascular cerebral (derrame);
Artrite reumatóide;
Asma;
Síndromes inflamatórias intestinais (colites);
Alguns tipos de cancro;
Declínio mental.


Alguns estudos também indicam que o Omega 3 traz benefícios para o humor, o aprendizado e para o sistema imunológico.


Os melhores alimentos ricos em omega 3 são: Cavala, Arenque, Sardinha, Salmão, Atum e Bacalhau


Outras importantes fontes de omega 3: Semente de linhaça, Castanhas e nozes, Óleos vegetais (azeite, óleo de soja, canola), Vegetais de folhas verdes escuro.

20 May 2010

PROFFISSIONAL DE "QUINTA"

Há uns 4 anos atrás eu resolvi fazer regressão (com uma pessoa que, até então, era muito bem indicada por uma amiga minha) por achar que isso pudesse revelar certos aspectos, até então, obscuros, e com isso talvez, abrir novas portas para uma vivência mais plena.


O nome desta "profissional" era MARIZILDA LOPES, e ela fazia regressão dentre outras terapias. Porém, ainda não era formada em um curso superior reconhecido. Que eu me lembre, ela cursava Psicologia e se formaria em 2006 ou 2007.


Fiz aproximadamente 2 meses de terapia de regressão com esta "profissional". Por uma coincidência extrema, porém, sem ligação alguma, no dia 04 de março de 2006, enquanto dormia, fui vítima de uma AVC isquêmico por embolia paradoxal. A razão? Descobrimos aproximadamente 4 meses e inúmeros testes depois. Sou portadora de uma mutação (sanguínea) da MTHFR Metileno-tetrahidrofolatoredutase, com heterozigose e FAN fracamente positivo (1/160).


Como foi algo que aconteceu durante o meu sono, foi muito difícil tentar trocar algumas palavras com o meu marido, ao acordar, e verificar que nada realmente saía. Até passou pela cabeça do meu companheiro a palavra "derrame", mas daí até receber um diagnóstico positivo de que era realmente um acidente vascular cerebral, os minutos pareciam durar horas e horas a fio.

Voltando à razão de estar escrevendo este email, na segunda-feira, dia 06 de março de 2006, meu marido, que já estava desesperado a esta altura dos acontecimentos, procurou a MARIZILDA LOPES, na esperança de saber o que exatamente estávamos fazendo juntas naqueles encontros semanais pois, no melhor dos seus dias, era inconcebível esse lance de fazer regressões. Quem sabe a "profissional" daria uma luz, já que a possibilidade de um derrame era totalmente irreal.


Apesar se estar com as sinapses extremecidas pelo sangramento que ocorrera bem no meio do meu cérebro, e ter uma dificuldade muito grande para lembrar palavras que não fossem as mais fáceis possíveis de articular, ou digitar corretamente no computador, eu ainda tinha memórias claras das minhas vontades, as razões pelas quais realizava certas atividades, mesmo que estas, agora, estivessem paralizadas. Eu tinha uma memória muito clara de quem era MARIZILDA LOPES, quem havia nos apresentado, e o porque eu estava indo ao seu consultório fazer sessões de regressão. Era tão simples.


Fui eu, com a "minha memória abalada" que levei o meu marido no dia 6 de março, por volta das 15 horas, até o "consultório" da MARIZILDA LOPES, na Rua Estela dos Santos, 71 (na altura dos número 400 da Rua Luis Góes) Tel: (11) 5587-5176 marizildalopes@hotmail.com. Entramos na casa, eu fiquei numa sala esperando enquanto o meu marido conversava com a "terapeuta", sozinho, conforme solicitação da mesma.


Aproximadamente uma hora depois, foi a minha vez de conversar com ela, que da mesma maneira preferiu conversar comigo sozinha, sem a companhia do meu marido. Eu não sei se foi desespero, por parte dela, mas a impressão que tive foi que a coitada da mulher tentou fazer uma lavagem cerebral em mim em tempo récorde, porque tudo o que saia da sua boca era totalmente o contrário do que eu sabia, tinha consciência e pagava à ela na época para realizar, ou seja, sessões de regressão. Pura e simplesmente. Obs: Eu pagava à época o valor de R$ 70 por sessão.


O porque essa mulher negava veementemente que não fazia regressão eu não sei. O fato é que ela me foi indicada justamente porque fazia regressão, e era algo que eu estava procurando, portanto uma colega minha havia indicado ela para tal finalidade, e por sinal só falou coisas boníssimas da "profissional".


Eu quero deixar claro que estou escrevendo este post para dar um closing à este tópico na minha vida, e era algo sobre o qual eu ainda não havia escrito. Obs: closing para a minha vida. Eu deixei esta mulher muito bem informada sobre o que eu achava sobre a sua falta de profissionalismo (mesmo que à epóca ela não fosse Psicóloga formada) e sua falta de caráter (me fazer passar por mentirosa).


Como é que alguém que paga R$ 70 por uma sessão de regressão, e que faz isso há aproximadamente 3 meses, não sabia que a sua "terapeuta" não fazia exatamente isso? Estou ficando maluca? Francamente, certas pessoas tem um poder sensacional de elocubrar (compor uma obra com esforço, a custa de muita meditação), torcer os acontecimentos e achar, que isso pode, eu digo PODE colar.


As pessoas quando ficam desesperadas usam de artifícios baixos, sujos. Cara de pau é elogio. Na verdade a gente tem é que ter pena.


Se você procurar pelo nome MARIZILDA LOPES na internet, verá que há inúmeros livros, textos e sites onde o nome dessa "profissional" aparece. Gostaria de deixar claro que, mesmo que à época, ela num momento de desespero fez um papel de maluca ao extremo, e disse coisas totalmente descabidas e inverdades, não tenho como falar dela como profissional, seja lá do que for. O meu relato é sobre algo que aconteceu num dado momento, somente comigo.


A paúra, com certeza falou mais alto. Essa mulher fez um papel de maluca, e marcou a minha memória como uma "profissional" de quinta categoria. Espero que ela tenha, ao menos, tirado uma lição desse acontecimento.


Numa sociedade, os fundamentos de qualquer relacionamento se baseiam em respeito mútuo, com o cliente/paciente, com a sociedade, com seus filhos, marido, etc. É importante reconhecer quando você tem uma responsabilidade coletiva e individual, de ajudar as pessoas com base nos valores que elas representam. E arcar com os acontecimentos, mesmo que eles não sejam diretamente ligados ao seu trabalho.

23 April 2010

COMO NÃO FALAR COM SEU FILHO

Educação Infantil - 09 de Abril de 2007


Thomas é um garoto de Nova York que cursa o equivalente à 4a série do ensino básico no Brasil. Ele cortou há pouco o cabelo cor de areia, que era comprido, para ficar parecido com o novo James Bond (levou uma foto de Daniel Craig ao barbeiro). Diferente de Bond, prefere usar calças cargo e uma camiseta estampada com a foto de um de seus heróis: Frank Zappa. Thomas anda com cinco amigos da escola. Eles são os "meninos inteligentes". Thomas é um deles e gosta de pertencer a um grupo. A esse grupo.

Desde que aprendeu a andar, ouve constantemente que é inteligente. Não são só seus pais que dizem isso, mas qualquer adulto que tenha contato com essa criança precoce. Quando se inscreveu no jardim-de-infância da escola Anderson, de Nova York, sua inteligência ficou estatisticamente comprovada. Para entrar na Anderson é preciso teste de Q.I., e apenas 1% dos candidatos é aprovado. Thomas não ficou apenas entre esse 1%. Ficou entre o primeiro 1% desse 1%.

Porém, ao longo de seus avanços na escola, essa consciência de que era inteligente nem sempre se traduzia em segurança para enfrentar o trabalho escolar. Na verdade, o pai de Thomas notou exatamente o oposto. "Thomas não queria tentar fazer coisas que achava que não conseguiria," diz o pai. "Conseguia resolver algumas coisas muito rapidamente, mas, quando não conseguia, desistia quase imediatamente e concluía: 'Não sou bom nisso'." Com apenas uma olhada, Thomas dividia o mundo em dois: as coisas em que era naturalmente bom e as em que não era.

Nas séries iniciais, por exemplo, como Thomas não soletrava muito bem, simplesmente se recusava a soletrar em voz alta. Quando Thomas viu frações pela primeira vez, hesitou. A maior barreira apareceu quando precisou aprender a usar letra cursiva. Durante semanas, nem sequer tentou. A essa altura, o professor já exigia que a lição de casa fosse feita em letra cursiva. Em vez de pôr em dia a caligrafia, Thomas se recusava terminantemente a tentar. O pai de Thomas tentou conversar com ele. "Não é só porque você é inteligente que não precisa se esforçar um pouco." (No fim, Thomas conseguiu aprender a usar a letra cursiva, mas foi preciso muita conversa).
Thomas não está sozinho. Há algumas décadas, é possível verificar que uma grande porcentagem dos alunos superdotados (os que ficam entre os primeiros 10% nos testes de aptidão) subestima seriamente a própria capacidade. Ao elogiar a inteligência dos filhos, os pais acreditam que estão solucionando o problema. De acordo com uma pesquisa feita pela Universidade Colúmbia, em Nova York, 85% dos pais americanos acreditam que é importante dizer aos filhos que eles são inteligentes. O elogio constante é tido como um anjo da guarda que assegura que as crianças não desperdicem seus talentos.

No entanto, várias pesquisas - e um novo estudo vindo das trincheiras do sistema público de educação de Nova York - evidenciam que pode ser o contrário. Rotular crianças como "inteligentes" não evita que tenham uma performance abaixo do esperado. Pode justamente estar causando isso.

Nos últimos dez anos, a psicóloga Carol Dweck e sua equipe da Universidade Colúmbia (ela agora está em outra universidade, Stanford, na Califórnia) estudaram o efeito do elogio sobre os estudantes de algumas escolas de Nova York. Carol mandou quatro assistentes de pesquisa para classes de Nova York. As pesquisadoras tiravam da classe uma criança de cada vez para um teste de Q.I. não-verbal fácil o suficiente para ser resolvido sem problemas. Quando a criança terminava o teste, as pesquisadoras contavam a nota ao aluno e diziam uma frase com um elogio. Divididos em grupos ao acaso, alguns eram elogiados pela inteligência. Diziam a eles: "Você deve ser bom nisso". Outros alunos eram elogiados pelo esforço: "Você deve ter se esforçado bastante".

Por que um elogio de apenas uma linha? "Queríamos demonstrar como as crianças são suscetíveis", explicou Carol. "Tínhamos um palpite de que uma frase seria o suficiente para ver o efeito."
Na segunda rodada os alunos puderam escolher o teste. Uma opção era um teste mais difícil que o primeiro, mas as pesquisadoras disseram às crianças que aprenderiam muito ao tentar resolver os problemas. A outra opção, o grupo de Carol explicou, era um teste fácil, exatamente como o primeiro. Dos que foram elogiados por seu esforço, 90% escolheram o teste mais difícil. Entre os que foram elogiados pela inteligência, a maioria escolheu o teste fácil. As crianças "inteligentes" buscaram a saída mais fácil.

Por que isso aconteceu? "Quando elogiamos a inteligência da criança", escreveu Carol no resumo de seu estudo, "na verdade dizemos a ela: pareça inteligente, não se arrisque a errar." Foi o que os alunos fizeram: escolheram parecer inteligentes e evitar o risco de se atrapalhar.

Em entrevistas posteriores, Carol Dweck descobriu que os que pensam que inteligência inata é a chave do sucesso começam a descartar a importância do esforço. Sou inteligente, raciocina a criança, não preciso me esforçar. Fazer esforço acaba ficando estigmatizado - é um prova concreta de que você não pode contar com seus dons naturais.

Os professores da Escola Secundária Life Sciences, no East Harlem, viram as teorias de Carol Dweck ser aplicadas a seus alunos. Na semana passada, Carol e sua seguidora Lisa Blackwell publicaram um relatório na revista acadêmica Child Development sobre os efeitos de uma intervenção de um semestre que visava melhorar as notas de matemática dos alunos.

A Life Sciences é uma escola voltada para ciências e saúde, com aspirações elevadas, mas com 700 alunos cujas características principais são pertencer predominantemente a minorias e baixo nível de aprendizado. Lisa Blackwell dividiu os alunos em dois grupos para um workshop com oito sessões. Para o grupo de controle, foram ensinadas técnicas de estudo. Os outros aprenderam técnicas de estudo e um módulo especial sobre como a inteligência não é inata. Esses alunos leram em turnos, em voz alta, um texto sobre como o cérebro cria novos neurônios quando é desafiado. Viram slides do cérebro e fizeram pequenas encenações. "Mesmo enquanto eu estava ensinando essas idéias", afirmou Lisa, "ouvia alunos brincando, um chamando o outro de imbecil ou idiota." Depois da conclusão do módulo, Lisa acompanhou as notas dos alunos para ver se havia feito algum efeito.

Não demorou muito. Os professores, que não sabiam quais alunos tinham ido para qual workshop, podiam apontar os alunos que tinham aprendido que a inteligência pode ser desenvolvida. Melhoraram os hábitos de estudo e as notas. Em um semestre, Lisa inverteu uma tendência de longa data de queda nas notas de matemática dos alunos.

A única diferença entre o grupo de controle e o grupo do teste foram duas aulas, um total de 50 minutos, ensinando não matemática, mas uma única idéia: que o cérebro é como um músculo. Se for posto para trabalhar, você fica mais inteligente. Só isso foi suficiente para melhorar as notas de matemática.

"Essas descobertas são muito convincentes," diz a doutora Geraldine Downey, da Universidade Colúmbia, especialista em suscetibilidade da criança à rejeição. "Mostram que é possível pegar uma teoria específica e desenvolver um currículo que funcione." O comentário de Geraldine ilustra o que outros especialistas na área dizem. A doutora Mahzarin Banaji, psicóloga social de Harvard, especialista em estereotipagem, disse: "Carol Dweck é um gênio. Espero que seu trabalho seja levado a sério. As pessoas ficam assustadas quando vêem esses resultados".

Desde a publicação do livro The Psychology of Self-Esteem (A Psicologia da Auto-Estima), em 1969, em que Nathaniel Branden afirmou que a auto-estima era a faceta mais importante de uma pessoa, a crença de que é preciso fazer o que for possível para conseguir uma auto-estima positiva tornou-se um movimento com efeitos sociais amplos. Qualquer coisa que fosse potencialmente prejudicial para a auto-estima das crianças foi eliminada. A competição passou a ser condenada. Técnicos de futebol pararam de contar gols e começaram a distribuir troféus para todos. Os professores jogaram a caneta vermelha fora. A crítica foi substituída por elogios generalizados ou até não merecidos.

O trabalho de Carol Dweck e Lisa Blackwell faz parte de um desafio acadêmico a um dos principais pressupostos do movimento pela auto-estima: que o elogio, a auto-estima e a performance sobem e descem juntos. De 1970 a 2000, surgiram mais de 15 mil artigos acadêmicos sobre a auto-estima e sua relação com tudo - de sexo a avanço na carreira. Mas os resultados eram muitas vezes contraditórios ou inconclusivos. Em 2003, a Association for Psychological Science pediu ao doutor Roy Baumeister, na época um dos principais defensores da auto-estima, para fazer a revisão da literatura. Seu grupo concluiu que a auto-estima estava contaminada por uma ciência distorcida. Apenas 200 desses 15 mil estudos seguiam os padrões rigorosos estabelecidos pelo grupo.
Depois de rever esses 200 estudos, Baumeister concluiu que ter auto-estima alta não melhorava notas ou realizações na carreira. Nem mesmo diminuía o abuso do álcool. E, principalmente, não diminuía a violência de nenhum tipo. (Pessoas muito violentas ou agressivas geralmente têm uma opinião muito boa sobre si mesmas, o que derruba a teoria de que as pessoas são agressivas para compensar a baixa auto-estima.) Na época, Baumeister teria dito que suas descobertas eram "a maior decepção de sua carreira".

Agora, ele está do lado de Carol Dweck na discussão, e seu trabalho caminha em uma direção parecida: em breve vai publicar um artigo mostrando que, para estudantes universitários que estão à beira da reprovação, os elogios para melhorar a auto-estima fazem com que suas notas piorem ainda mais. Baumeister passou a acreditar que o apelo contínuo da auto-estima está em grande medida amarrado ao orgulho dos pais pelas conquistas de seus filhos. É uma coisa tão forte que, "quando elogiam os filhos, é como se estivessem elogiando a si mesmos".

De maneira geral, a literatura sobre o elogio mostra que ele pode ser eficaz, uma força motivadora e positiva. Em um estudo, pesquisadores da Universidade de Notre Dame testaram a eficiência do elogio em um time de hóquei universitário que estava perdendo. O experimento funcionou: o time empatou. Mas nem todo elogio é igual e, como demonstrou Carol Dweck, os efeitos podem variar significativamente dependendo do elogio que se faz. Para ser eficaz, os pesquisadores descobriram, o elogio precisa ser específico. (Os jogadores de hóquei foram elogiados especificamente pelo número de vezes que bloquearam o adversário).

A sinceridade do elogio também é crucial. Assim como podemos sentir o cheiro de um elogio dúbio ou de uma desculpa esfarrapada, as crianças também examinam cuidadosamente o elogio atrás de segundas intenções. Apenas crianças pequenas, com menos de 7 anos, aceitam diretamente um elogio. Crianças mais velhas são tão desconfiadas quanto adultos.

O psicólogo Wulf-Uwe Meyer, um pioneiro na área, levou a cabo uma série de estudos em que crianças viam outros alunos ser elogiados. De acordo com as descobertas de Meyer, aos 12 anos as crianças acreditam que ganhar um elogio de um professor não significa necessariamente que você fez alguma coisa de maneira correta. Pode ser sinal de que você não tem capacidade suficiente e o professor acha que você precisa de um incentivo extra. Adolescentes, Meyer descobriu, descartavam o elogio de tal maneira que acreditavam que era a crítica do professor - e não o elogio - que expressava uma atitude positiva em relação à aptidão do aluno.

Na opinião do cientista cognitivo Daniel T. Willingham, um professor que elogia um aluno pode estar involuntariamente mandando a mensagem de que o aluno chegou ao limite de sua capacidade inata, ao passo que o professor que critica o aluno transmite a mensagem de que ele pode melhorar sua performance ainda mais.

A professora de Psiquiatria da Universidade de Nova York Judith Brook explica que é uma questão de credibilidade. "O elogio é importante, mas não o elogio vazio", diz. "Precisa ser baseado em alguma coisa real, alguma habilidade ou talento que a criança tenha." Quando crianças ouvem elogios que interpretam como não-merecidos, não descartam apenas o elogio que não é sincero, mas o sincero também.

Novos estudos mostram que elogiar uma criança nem sempre é o melhor para ela

Especialistas do Reed College, da cidade de Portland, e da Universidade Stanford revisaram mais de 150 estudos sobre o elogio. A análise determinou que alunos que são elogiados sem critério desenvolvem aversão a riscos e têm falta de percepção da autonomia. Os especialistas encontraram correlações consistentes entre o uso indiscriminado do elogio e alunos que "têm menor persistência nas tarefas, que olham mais para o professor em busca de aprovação e que falam de uma forma que as respostas têm entonação de pergunta".
A pesquisa de Carol Dweck com crianças excessivamente elogiadas demonstra que a manutenção da imagem se torna a principal preocupação - elas são mais competitivas e estão mais interessadas em derrubar os outros. Uma leva de estudos ilustra isso. Em um deles, os alunos fizeram dois testes. Entre o primeiro e o segundo, puderam escolher entre aprender uma nova estratégia para resolver os problemas para o segundo teste ou saber como foram no primeiro teste comparados às outras crianças: eles teriam tempo apenas para fazer um ou outro. Os alunos elogiados pela inteligência escolheram saber sua posição no ranking da classe em vez de usar o tempo para se preparar.

Em outro, os alunos recebem um boletim para ser preenchido por eles mesmos e são informados que esses boletins serão enviados para alunos de outra escola - eles nunca vão encontrar esses alunos e não sabem seu nome. Dos alunos elogiados pela inteligência, 40% mentem, aumentando suas notas. Dos alunos elogiados pelo esforço, poucos mentem.

Meu filho Luke está no jardim-de-infância. Ele parece ser supersuscetível ao julgamento em potencial de seus colegas. Luke se justifica dizendo"sou tímido", mas ele não é tímido de verdade. Não tem medo de cidades diferentes ou de falar com estranhos e, na escola, cantou diante de grandes platéias. Na verdade, eu diria que ele é orgulhoso e gosta de causar boa impressão. O uniforme da escola é simples (camiseta e calça azul-marinho), e ele adora o fato de que seu gosto para roupas não pode ser ridicularizado, "porque eles estariam caçoando de si mesmos".

Depois de ler a pesquisa de Carol Dweck, comecei a mudar a forma como o elogiava, mas não totalmente. Acho que minha hesitação foi porque a mentalidade que Carol quer que os alunos tenham, a convicção de que a maneira de reagir ao fracasso é se esforçar mais, soa terrivelmente como um clichê: continue tentando.

Acontece que a capacidade de responder repetidamente ao fracasso se esforçando mais - em vez de simplesmente desistir - é uma característica bem estudada pela psicologia. Quem tem essa característica, a persistência, reage bem e consegue se manter motivado por bastante tempo quando a recompensa não é imediata. Mergulhando nessa pesquisa, aprendi que a persistência na verdade é mais que um ato consciente da vontade. É também uma resposta inconsciente, comandada por um circuito no cérebro. O doutor Robert Cloninger, da Universidade de Washington, em St. Louis, localizou o circuito em uma parte do cérebro chamada córtex orbital e medial pré-frontal.

Ele monitora o centro de recompensa do cérebro e, como um interruptor, intervém quando não há uma recompensa imediata. Quando está ligado, diz ao resto do cérebro: "Não desista. Há dopa (a recompensa química do cérebro para o sucesso) à vista". Através de exames de ressonância magnética, Cloninger pôde ver esse interruptor acendendo regularmente em algumas pessoas. Em outras, quase nunca.
Isso me convenceu. Achava que "viciado em elogio" era apenas uma expressão - mas, de repente, tive a impressão de que poderia estar programando o cérebro de meu filho para uma verdadeira dependência química de recompensa constante.

Elogiar virou uma espécie de cura para as ansiedades dos pais modernos. Ficamos longe dos filhos da hora do café-da-manhã ao jantar e queremos compensar quando chegamos em casa. Nessas poucas horas juntos, queremos que eles ouçam coisas que não pudemos dizer durante o dia. Estamos com você, pode contar conosco, acreditamos em você.
De uma forma parecida, colocamos nossas crianças em ambientes com muita pressão, buscando as melhores escolas que pudermos encontrar e depois usamos o elogio constante para amenizar a intensidade desses ambientes. Esperamos tanto deles, mas escondemos nossas expectativas atrás de constantes elogios reluzentes. A duplicidade ficou evidente para mim.

Por fim, na fase final de minha recaída de elogio, percebi que, ao não dizer a meu filho que ele era inteligente, dava a entender que estava deixando aquilo com ele, ele é quem deveria chegar a sua própria conclusão sobre sua inteligência. Precipitar-se com elogios é como interferir muito rapidamente com a resposta para um problema da lição de casa - tira dele a chance de deduzir por si mesmo.
E se ele chegar à conclusão errada? Será que posso deixar por conta dele, nessa idade?
Ainda sou um pai ansioso. Hoje de manhã, fiz um teste a caminho da escola. "O que acontece com seu cérebro quando pensa em alguma coisa difícil?"
"Ele cresce, como um músculo", respondeu Luke.
(Época)

20 April 2010

BATER (PARA EDUCAR) EM CRIANÇAS?


O debate sobre bater em crianças está novamente em pauta: um estudo diz que bater em crianças pode resultar num comportamento agressivo mais tarde.

Por Ann Douglas
Tradução e adaptação Ana Paula Larsen Saraiva
http://ca.lifestyle.yahoo.com/family-relationships/blog/anndouglas


Uma publicação da revista pediátrica americana (Medical Journal Pediatrics) mostra, e com fortes provas que, bater em nossas crianças resulta em um comportamento agressivo, e isso colocou fogo novamente sobre o debate.

O jornal afirma que “crianças que sofrem abusos físicos frequentemente até a idade de 3 anos, são mais propensas a se tornarem agressivas à partir dos 5 anos de idade,” de acordo com o estudo.

Este estudo é apenas um dos últimos feitos à respeito do abuso físico, e que claro, é visto como uma forma totalmente errada de educar. Dois estudos conduzidos por pesquisadores da Duke University, Oklahoma State University, University of Pittsburgh, Auburn University, e Indiana University, e publicado em Setembro/Outubro de 2009 no revista Child Development, conclui que quando os pais fazem uso da violência física durante a infância de seus filhos, estes apresentam maiores problemas de comportamento durante a sua adolescência.
E agora há um outro estudo que faz o link entre violência física e níveis de QI baixos.
O ato de bater em uma criança não se mostra como uma ferramenta eficaz de disciplina. A disciplina é - além de tudo, mas principalmente - sobre educar. Bater não ensina nada à uma criança. Se o artifício de usar a dor e o medo como uma ferramenta eficaz de educação, você concorda que os nossos computadores poderiam estar conectados a choques elétricos, e estes descarregariam choques todas as vezes em que digitássemos erroneamente? A teoria é de que o medo de levar um choque nos motivaria a não errar ao escrevermos algo. (Sinceramente, abandonaríamos o teclado com mais rapidez).

Você certamente reconhecerá um método de disciplina vencedor (aquele que funciona muito bem, tanto para você quanto para o seu filho) quando este médoto:

> é compatível ao nível de desenvolvimento e temperamento do seu filho;

> é compatível ao seu estilo de educar;

> é justo e razoável;

> pode ser implementado de maneira rápida e fácil (mesmo que você esteja fora de casa);

> é projetado para ajudar o seu filho a tomar as melhores decisões no futuro (ao contrário de apenas castigar o seu filho por algo que tenha ocorrido recentemente ou o seu mau comportamento);

> promove e serve de exemplo ao tratá-lo com respeito (ao invés de acanhar, humilhar ou rebaixá-lo);

> encoraja o seu filho a querer ser melhor ao fazer o mau comportamento parecer menos atraente;

> deixa o seu filho com um bom e positivo sentimento de si próprio, e ao mesmo tempo fazendo com que você (como pai) se sinta bem com suas atitudes, fazendo com que o vínculo pai/mãe-filho cresça e se fortaleça.

Você não precisa ser um cientista maluco para verificar que a agressão física não funciona.

>> Você acha que bater é algo do passado?
>> Deveríamos pensar em outros métodos de disciplina?
>> Como você reage quando outros pais batem em seus filhos na sua frente?
>> Se você é o parente que bate, você acha que outras pessoas estariam inclinadas a dizer algo para você (quando comparado à alguns anos atrás)?


VITAMINA D - DEFICIÊNCIA

Nossas Crianças estão com Deficiência de Vitamina D. Ao contrário do que se fala, não são as vacinas que estão deficitárias.Por Jane Sheppard (01ABR10 - 16h13)
Tradução e adaptação Ana Paula Larsen Saraiva


É realmente excitante ver pesquisas científicas confirmando que o nosso meio-ambiente é capaz de nos dar tudo o que precisamos para vivermos de maneira saudável. Nós fomos feitos para a co-existência e grande circulação de bactérias e vírus dentro do nosso sistema. Porquê? Os nossos corpos são projetados com um sistema auto-imune muito poderoso. Não há necessidade de mexer com esta perfeição e tomar remédios sintéticos e vacinas; há sim, uma necessidade de entender melhor como o nosso organismo funciona e como podemos optimizar o seu potencial fenomenal.


Vários testes foram feitos e foi constatado que a vitamina D previne gripes e resfriados. Crianças com asma tomando remédios placebo tem seis vezes (6X) mais chances de ter ataques do que aquelas que tomam vitaminas D. Maiores informações podem ser conferidas no The American Journal of Clinical Nutrition:
www.ajcn.org./cgi/content/abstract/ajcn.2009.29094v1


Vitamina D Dispara e Ativa o Sistema Imunológico


Cientistas descobriram que a Vitamina D é crucial no ativamento da resposta autoimune. Sem níveis razoáveis de vitamina D, as células de defesa do nosso sistema imunológico (as células T) não estão aptas para brigar contra infecções mais sérias.
www.telegraph.co.uk/health/healthnews/7379094/vitamin-D-triggers-and-arms-the-immune-system.html

Isso não é novidade: a Vitamina D realmente aumenta a função do sistema imunológico. A conexão existente entre a Vitamina D, infecções e o sistema imunológico é evidente há muitos e muitos anos. À seguir algumas pesquisas sobre o assunto:
www.vitamindcouncil.org/science/research/vitamin-d-in-innate-and-adaptive-immunity.shtml
www.vitamindcouncil.org/science/research/vitamin-d-and-influenza.shtml


As Vacinas para Gripe são, realmente, mais seguras e eficazes do que a Vitamina D?

Uma análise independente sobre as vacinas para gripe que estão sendo ministradas mundialmente, e publicada pela British Medical Journal conclue que: há poucas provas com base científica quanto à eficácia, segurança e efeito destas vacinas. A análise ainda conclui que, realmente, muito poucas pesquisas clínicas foram efetuadas para que a segurança destas vacinas pudesse ser validada. A verdade nua e crua é que estas vacinas para gripe têm um efeito muito modesto ou nenhum efeito na prevenção da influenza, tanto em crianças quanto em idosos.www.healthychild.com/flu-vaccine/studies-fail-to-demonstrate-safety-or-effectiveness-of-influenza-vaccine-in-children-and-adults/
www.bmj.com/cgi/content/full/333/7574/912


O corpo de uma criança não apresenta nenhuma exigência fisiológica que demande repetidas doses de vacinas, tanto de vírus vivos como de mortos, ou mix de bactérias com preservativos tóxicos e acessórios. Eles são totalmente capazes de ter uma vida saudável sem vacinas. Mas eles não são capazes de ter uma vida saudável sem níveis adequados de vitamina D de origem natural.


O corpo é capaz de fabricar medidas perfeitas de vitamina D3 natural, quando exposto à luz solar. Ela é absorvida pela pele e depois transformada em hormônio, e este é usado em diferentes funções do organismo, inclusive ativando o nosso sistema imunológico natural contra doenças. Isso ocorre sem nenhum tipo de efeito colateral, uma vez que o nosso organismo é projetado para funcionar desta maneira. O organismo humano possui um mecanismo intrínseco, que cessa a produção de vitamina D - quando necessário - desta maneira prevenindo toxicidade.


Agora faça uma comparação entre vacinas fabricadas com substâncias sintéticas tóxicas, que são injetadas diretamente no músculo e daí partem para a corrente sanguínea. Os nossos corpos não foram feitos para receber este tipo de ataque, especialmente corpos de crianças pequenas e em desenvolvimento. Não é de se admirar o número de efeitos colaterais e adversos. As vacinas NÃO são compatíveis com os diversos processos naturais do corpo humano. Os efeitos colaterais ou as más reações podem aparecer quando estas susbtâncias sintéticas são injetadas em nosso organismo sem necessidade, absorvidas ou consumidas via oral de maneira forçosa, forçando sua entrada em nosso sistema. O corpo tem de lidar com isso.


A vitamina D sempre foi suprida pela luz solar, mas a ciência está só começando a afirmar os efeitos profundos que isto tem em nossos organismos. Por muitos anos recebemos instruções para nos protegermos da luz solar, e com o quê? Com o bloqueador solar.


Ao que tudo indica, temos bloqueado o que existe de mais eficaz para a prevenção e cura de muitas doenças: O SOL.


A estimativa é que mais da metade da população americana sofre de deficiência de vitamina D. As crianças tem esta deficiência porque as recomendações nutricionais impostas pelo governo (americano neste caso) são muito baixas (200-400 UI - dividir o valor em Unidade Internacional por 1.10 para conseguir o valor necessário em miligramas) o que é um valor ridículo de tão baixo que é. Fora a prática insana de besuntar crianças com bloqueador solar o dia inteiro nos meses de verão.


Muitos médicos estão de acordo que, os níveis de Vitamina D devem estar acima de 50 ng/ml (nanograma por mililitro) por ano, tanto em crianças quanto em adultos. É impossível atingir estes níveis com as recomendações atuais.


Para saber um pouco mais sobre a toxicidade dos protetores solares, visite:
www.healthychild.com/sunscreen/sunburn-prevention-are-sunscreens-safe


Quando um organismo é suprido com vitaminas de forma apropriada, o seu sistema imunológico natural é capaz de produzir uma resposta imune de maneira completa, eficaz e poderosa. Isso é muito melhor do que fazer o seu organismo criar um resposta com a criação de anticorpos, o que é a finalidade das vacinas. Agora, sem níveis adequados de Vitamina D para ativar o sistema imunológico, as vacinas podem ser totalmente inúteis.


Enquanto o sistema de saúde do mundo espera por uma reforma, nós mães e pais, podemos implementar a nossa própria reforma no sistema de saúde da nossa casa, e prover para os nossos filhos (bebês e crianças) níveis satisfatórios de vitamina D, uma amamentação prolongada, uma nutrição integral e de ótima qualidade, um meio-ambiente emocional positivo e não tóxico, bem como outros mecanismos de realce do sistema imunológico natural das nossas crianças.

Para maiores e informações interessantíssimas, visite (sites em Inglês):


Entrevista com Dr. Cannell sobre a deficiência de Vitamina D em nossos bebês e crianças:
www.healthychild.com/immune-system-support/vitamin-d-deficiency-in-pregnancy-babies-children/


Suplementação e Nivéis de Vitamina D:
www.healthychild.com/supplements-for-children/vitamin-d-levels/


Gravidez e Deficiência de Vitamina D:
www.healthychild.com/pregnancy/pregnancy-and-gestational-vitamin-d-deficiency/


Toxicidade de Bloqueadores e Protetores Solares
www.healthychild.com/sunscreen/sunburn-prevention-are-sunscreens-safe/
Prazo de validade da vacina é reduzidoPublication: Agência IN - Caderno Setorial Provider: Agência IN
April 22, 2010 (00:37)
SÃO PAULO, 22 de abril de 2010
A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) informou nesta segunda-feira que o prazo de validade da vacina contra a influenza A (H1N1) -- a gripe suína-- foi reduzido de 18 meses para seis meses. A decisão vale, por enquanto, apenas para o lote de vacinas produzidas por uma empresa canadense. A decisão foi tomada depois que a vacina passou por um estudo de estabilidade e o resultado parcial indicou que o produto, quando aplicado após seis meses de sua fabricação, pode reduzir em até 50% a capacidade do organismo de produzir anticorpos e gerar imunidade contra o vírus H1N1. Dentro do prazo de seis meses, segundo a Anvisa, a imunização está garantida.
De acordo com o diretor da Anvisa, Dirceu Barbano, alteração do prazo de validade não altera a qualidade, a eficácia e a segurança das doses que já foram distribuídas ou que serão aplicadas nos próximos meses."É tranquilo afirmar que isso não se relaciona com a qualidade da vacina. Ela é eficaz e é segura. Reduzindo para seis meses, ficamos com um prazo seguro", explicou. "Todas as agências que registraram a vacina também estão fazendo estudos de estabilidade. É possível que isso [redução do prazo de validade] seja feito com as demais vacinas", adiantou.
Ele ressaltou que a expectativa do governo é que todo o lote de vacinas já adquirido e distribuído para as secretarias de saúde seja utilizado antes do novo vencimento mas que, caso isso não aconteça, a empresa fabricante já se comprometeu a fazer a reposição.(Portal do Consumidor)